
Fora entre os choros da noite, os risos da manhã ou até mesmo entre os abraços da tarde que estes onze meses passaram. Não era necessário dizer-te que te amava ainda mais do que no princípio, porque tu olhavas para mim e percebias que no fundo dos meus olhos estava tudo o precisavas de saber. Porque amor como o nosso, como o que sinto por ti só nos aparece uma vez na vida. Não pelo tempo, mas pela intensidade. Porque passámos invernos gélidos e primaveras que não foram nossas amigas e mesmo assim tivemos sorte num dos verões que passaram. Verão quente e longo, com grandes pôr do sol, mas nenhum que tivéssemos visto juntos. Mas porque não no inverno em que estava mais frio, e o abraço era mais convidativo, porque não? É que nenhum outro abraço no verão me sabia tão bem como o teu. E hoje, que belo dia está e é verão. E era do teu abraço que eu precisava, mas não estás aqui. Estás longe, mas isso não é sinónimo de ausência... Tu sabes que todos os dias acordo à espera da tua mensagem a dizer que já chegas-te a casa e que a noite correu bem. E tu acordas com os meus bons dias mais melosos de sempre, mas eu sou assim. Hoje foi diferente e acordas-te com as minhas palavras ''e que venham mais onze, amo-te para sempre'', ainda estavas a dormir quando a envie. Longe, mas tão perto ao mesmo tempo. Logo de seguida toca o telemóvel e eras tu ''amo-te para sempre e que venham o resto das nossas vidas'', sorri e tive vontade de chorar ao mesmo tempo. Mas só sorri e perdi-me nessas palavras. Volta, foi só o que te quis dizer mas contive-me.
Alterei o link do meu blog. Agora é daniela-fernandes.blogspot.com
ResponderEliminarCaso queiras continuar a ter as minhas actualizações no teu painel, terás de deixar de seguir e depois voltar a seguir de novo.
Beijinhos
Adorei o texto, a tua escrita, o teu blog. Segui :)
ResponderEliminar