23 de junho de 2012

“Depois eu paro e penso: contigo, só contigo, eu imaginei tudo assim. Todas estas coisas de romances bonitos de filme, viagens, cachorros, canários, papagaios. Porquê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por ti. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca.”

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nuvens de palavras