15 de novembro de 2011

conversa #4

— E quando é que descobris-te que o amavas? 
— Acho que o dizes bem! É disso mesmo que se trata, “descobrir” e coincidiu com a minha carência. Quando eu reparei já o amava, já estava a desvendar cada ponto do seu interior. E exterior também! Foi aí que descobri que o amava, foi devagarinho. Assim mesmo, com calma, com pausa, com amor. Bastou-me ter alguns segundos da atenção dele, para saber que ele era o amor da minha vida. 
— E quando é que tiveste mesmo certezas disso? 
— De quê? Que o amava? 
— Sim..
— Quanto vi que ele estava a ir embora.

8 comentários:

  1. comigo foi mesmo assim, dessa maneira!
    vou-te seguir *

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  2. Que coisa mais sincera... Infelizmente só temos certezas quando já estamos a perder as pessoas e a maior parte das vezes já é tarde demais :$

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  3. por vezes só damos valor, quando a pessoa em questão que gostamos nos vira as costas .. :c

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  4. adorei!
    vou seguir**
    beijocas Francisca Gama
    http://franciscagama.blogspot.com/

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  5. pois, foi um parvo :c sim, um dia talvez.. força*

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